Falhas em ativos críticos podem afetar produção, qualidade, segurança, consumo de energia e cumprimento de prazos.

A LF integra manutenção, Facilities, utilities e competências de engenharia para apoiar operações industriais de diferentes níveis de criticidade.

O desafio

Uma operação industrial convive diariamente com perguntas como:

  • Quais ativos são realmente críticos?
  • Qual é o backlog?
  • Estamos executando as preventivas?
  • Quais falhas estão se repetindo?
  • Qual é o MTTR?
  • Qual é o MTBF?
  • Onde está o maior risco operacional?

Sem dados estruturados, a manutenção tende a se tornar predominantemente reativa.

Modelo LF

1. Inventário

Conhecimento dos ativos.

2. Criticidade

Classificação do impacto das falhas.

3. Plano

Preventivas e rotinas.

4. Execução

Equipe e processos.

5. Indicadores

SLA e performance.

6. Melhoria

Análise de recorrência e oportunidades.

Disciplinas

Elétrica, mecânica, HVAC/refrigeração, utilities, sistemas críticos, infraestrutura predial, ETA/ETE e demais disciplinas previstas no escopo.

Manutenção preditiva

Quando tecnicamente justificável, dados de condição podem apoiar identificação antecipada de anomalias. Sensores, termografia, vibração e outras técnicas devem ser selecionados de acordo com o ativo.

Não existe manutenção preditiva eficiente apenas porque existe IoT. É necessário combinar:

ativo+ dado+ engenharia+ processo+ ação

Indicadores industriais

  • MTBF
  • MTTR
  • Availability
  • Backlog
  • PM Compliance
  • SLA
  • Reincidência
  • Falhas críticas

Engenharia como diferencial

Quando a manutenção identifica um problema estrutural, de capacidade ou concepção, a solução pode exigir engenharia. A conexão entre as duas disciplinas reduz a distância entre diagnóstico e intervenção.